Rito para Sagração Epsicopal do Mons. Arthur

 

RITO PARA SAGRAÇÃO EPSICOPAL

Ritos Iniciais

Procissão de entrada.

C: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
T: Amém.

C: O Senhor que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

C: O Senhor disse: "Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração (momento de silêncio) Confessemos os nossos pecados:

T: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, actos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.

C: Deus todo poderoso tenha compaixão de nos perdoe os nossos pecados e nós conduza a vida eterna.

Segue-se a repetição do “Kyrie Eleison”.
Segue-se o canto do “Glória in exclesis Deo”.

C: Oremos. Ó Deus, que instruístes todos os povos pela pregação do apóstolo São Paulo, concedei aos que celebramos hoje a sua conversão caminhar para vós, seguindo o seu exemplo e ser para o mundo testemunhas da vossa verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
T: Amem.

Liturgia da Palavra

Primeira leitura.

L. Naqueles dias, Paulo disse ao povo: 3“Eu sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mas fui criado aqui nesta cidade. Como discípulo de Gamaliel, fui instruído em todo o rigor da Lei de nossos antepassados, tornando-me zeloso da causa de Deus, como acontece hoje convosco. 4Persegui até à morte os que seguiam este Caminho, prendendo homens e mulheres e jogando-os na prisão. 5Disso são minhas testemunhas o Sumo Sacerdote e todo o conselho dos anciãos. Eles deram-me cartas de recomendação para os irmãos de Damasco. Fui para lá, a fim de prender todos os que encontrasse e trazê-los para Jerusalém, a fim de serem castigados. 6Ora, aconteceu que, na viagem, estando já perto de Damasco, pelo meio dia, de repente uma grande luz que vinha do céu brilhou ao redor de mim. 7Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ 8Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’. 9Meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz que me falava. 10Então perguntei: ‘Que devo fazer, Senhor?’ O Senhor me respondeu: ‘Levanta-te e vai para Damasco. Ali te explicarão tudo o que deves fazer’. 11Como eu não podia enxergar, por causa do brilho daquela luz, cheguei a Damasco guiado pela mão dos meus companheiros. 12Um certo Ananias, homem piedoso e fiel à Lei, com boa reputação junto de todos os judeus que aí moravam, 13veio encontrar-me e disse: ‘Saulo, meu irmão, recupera a vista!’ No mesmo instante, recuperei a vista e pude vê-lo. 14Ele, então, me disse: ‘O Deus de nossos antepassados escolheu-te para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires a sua própria voz. 15Porque tu serás a sua testemunha diante de todos os homens, daquilo que viste e ouviste. 16E agora, o que estás esperando? Levanta-te, recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o nome dele!’”

L. Palavra do Senhor.
T: Graças á Deus.


Segue-se o Salmo.

℟. Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.

— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o! ℟.
— Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel! ℟.

Segue-se a segunda leitura.

L. Leitura do Livro do Profeta Isaías (Is 61, 1-3a)

O espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade; proclamar um ano de graças da parte do Senhor, e um dia de vingança de nosso Deus; consolar todos os aflitos, dar-lhes um diadema em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de vestidos de luto, cânticos de glória em lugar de desespero. Então os chamarão as azinheiras da justiça, plantadas pelo Senhor para sua glória.

L. Palavra do Senhor.
T: Graças á Deus.

Evangelho

Aleluia, Aleluia, Aleluia. Eu sou o Bom Pastor, diz o Senhor:  conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem-me. (Jo 10, 14) Aleluia, Aleluia, Aleluia.

L. O Senhor Esteja Convosco.
T: Ele está no meio de nós.

L. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
T: Gloria á vos Senhor.
Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, 15e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! 16Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. 17Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; 18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”.

L. Palavra da Salvação.
T: Gloria a vos Senhor.

Ordenação 

Inicia-se o canto do "Veni Creator Spiritus". Enquanto se Canta, o Bispo Eleito, aproxima-se á frente do Bispo Sagrante.

Apresentação do Eleito

L. Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja Católica pede que ordeneis para o Ministério episcopal o Presbítero Arthur Antônio.

C. Tens o mandato apostólico ?

L. Aqui o temos.

C. Proceda-se à sua leitura.

L.

CLEMENTIS, EPISCOPUS
SERVUS, SERVORUM DEI
ROMANÆ EPISCOPI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Ao Monsenhor Arthur Antônio, até aqui presbítero incardinado na Diocese de Roma,
nomeado Núncio Apostólico no Brasil, saudação, paz e bênção no Senhor.

O Espírito do Senhor, que guia a Igreja em sua peregrinação terrena, suscita em cada tempo homens de fé, zelo e virtudes para conduzirem o rebanho do Senhor e para desempenharem missões específicas que sirvam à unidade, à comunhão e ao bem de todo o povo de Deus.

Ao longo de vosso ministério sacerdotal, temos acompanhado, com alegria paterna, vosso incansável serviço à Igreja de Roma, vossa fidelidade ao Evangelho e vossa dedicação à missão apostólica. Tais dons e virtudes, amadurecidos pela graça de Deus, tornaram-vos apto para assumir uma nova e elevada responsabilidade, que agora, em Nome de Cristo e com a Autoridade Apostólica, vos confiamos.

Com a plenitude de Nossa Autoridade, decidimos NOMEAR-TE Núncio Apostólico no Brasil, enviando-vos como representante da Sé Apostólica àquela amada Nação, a fim de promover a comunhão entre a Igreja Particular do Brasil e esta Sé de Pedro, e de testemunhar, com palavras e obras, o cuidado pastoral e a solicitude universal do Sucessor de Pedro para com toda a Igreja.

Devido às necessidades pastorais e diplomáticas que urgem nesta missão, estabelecemos que não exercereis o ofício episcopal na Diocese de Roma, mas que assumais prontamente vossas responsabilidades na Nunciatura Apostólica no Brasil. Determinamos ainda que vossa sagração episcopal ocorra em Roma, como sinal da íntima comunhão com esta Sé Apostólica, devendo partir para o Brasil no prazo máximo de cinco dias após a recepção da plenitude do Sacramento da Ordem.

"Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21): estas palavras do Senhor, que ressoam com força na vida de todo discípulo e missionário, devem acompanhar-vos nesta nova missão. Chamado a ser embaixador de Cristo e da Igreja, sede um sinal vivo da unidade eclesial, da proximidade pastoral e da caridade evangélica entre os povos e os pastores do Brasil.

Amado Filho, invocamos sobre vós a graça abundante do Espírito Santo, para que vossas palavras sejam portadoras de paz, vosso exemplo seja de edificação para os fiéis, e vossas ações expressem a ternura do Bom Pastor. Que a Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, vos acompanhe e vos inspire nesta nobre missão.

Dado em Roma, junto à Sé de Pedro, sob o Anel do Pescador,
no dia 24 de janeiro do Ano do Senhor de 2025, no Jubileu da Misericórdia.

+ Clementis, Pp V
Pontífice Maximus

Documento devidamente arquivado pela Casa Pontífica, passado pelo Prefeito Dom Flávio Wojtila.

Estando todos sentado lê-se a Bula. Terminada a leitura, todos concordam com à eleição do Bispo, dizendo:

T. Graças a Deus.

Homilia

Propósito do eleito

Após a homilia, só o Bispo eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo sagrante principal que está sentado de mitra e báculo, que interroga com estas palavras: 

C. Conforme o costume dos Santos Padres, aquele que é escolhido para Bispo deve ser interrogado diante do povo, quanto a fé e sua futura missão. Assim, caríssimo irmão, queres desempenhar até a morte a missa que nos foi confiada pelos Apóstolos, e que, por imposição de nossas mãos, te será transmitida com a graça do Espírito Santo? 

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e perseverança ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres conservar em sua pureza e integridade o tesouro da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e transmitido na Igreja, sempre e em toda parte ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres edificar a Igreja, corpo de Cristo, e permanecer na sua unidade com o Colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo Pedro ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres obedecer fielmente ao sucessor do Apóstolo Pedro ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres, com teus colaboradores, presbíteros e diáconos, cuidar do povo de Deus com amor de pai e dirigi-lo no caminho da salvação ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:

Queres, por amor a Deus, mostrar-te afável e misericordioso para com os pobres e peregrinos e todos os necessitados ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Como bom pastor, queres procurar as ovelhas errantes e conduzi-las ao rebanho do Senhor ?

O Bispo eleito responde: 
Quero.

O Bispo sagrante, continua:
Queres orar incessantemente pelo povo de Deus e desempenhar com fidelidade a missão do sumo sacerdócio ?

O Bispo eleito responde: 
Quero, com a graça de Deus.

O Bispo sagrante, continua:
Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais a perfeição.

Ladainha

Os Bispos tiram a mitra e todos se levantam. O Bispo sagrante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:

C. Oremos, irmãos e irmãs, para que Deus todo-poderoso derrame com largueza a sua graça sobre este servo, escolhido para o serviço da Igreja.

Então o Bispo eleito prosta-se. O Bispos e os demais acompanham de joelhos. 

O diácono pode convidar o povo, dizendo:
Ajoelhemo-nos.

E todos se ajoelham. Inicia-se a Ladainha de todos os Santos.

Ladainha

Terminada a ladainha, só o Bispo sagrante principal se levanta e diz:

C. Atendei, ó Pai, as nossas súplicas para que, ao derramardes sobre este vosso servo a plenitude da graça sacerdotal, desça sobre ele a força da vossa bênção. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amem.

O diácono diz:
Levantai-vos.

E todos se levantam.

Imposição das mãos e Prece de Ordenação

O Bispo eleito se levante, aproxima-se do Bispo sagrante principal que está de pé diante da cátedra, com mitra, e ajoelha-se diante dele.

Em silêncio o Bispo sagrante principal impõe as mãos sobre a cabeça do Bispo eleito. Depois dele, os outros Bispos co-sagrantes principais, impõem as mãos sobre o Bispo eleito. Os demais Bispos presentes impõem as mãos sobre o Bispo eleito, os Bispos permaneçam do lado do Bispo ordenante principal, até que se termine a Prece de Ordenação, mas de tal modo que sejam vistos por todos os fiéis. 

Tendo o Bispo eleito ajoelhado à sua frente, o Bispo sagrante principal, com os outros Bispos ao seu lado, todos sem mitra, e de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

C. Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda consolação, Vós habitais no mais alto dos céus, e voltais o vosso olhar para os humildes; conheceis todas as coisas antes que aconteçam pela vossa palavra estabelecestes leis na Igreja; e escolhestes desde o principio um povo santo, descendente de Abraão, dando-lhes chefes e sacerdotes, e, jamais deixastes sem ministros o vosso santuário, porque, desde o princípio, quisestes ser glorificado em vossos Eleitos.

A parte da Prece de Ordenação que segue é proferida por todos os Bispos ordenantes, de mãos unidas, mas em voz baixa, de modo que a voz do Bispo sagrante principal, possa claramente ser ouvida.

Enviai agora sobre este Eleito a força que de vós procede, o Espírito Soberano, que destes ao vosso amado Filho, Jesus Cristo, e ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja em toda a parte, como vosso templo, para gloria e perene louvor do vosso nome.

O Bispo sagrante principal, continua sozinho: 

Ó Pai, que conheceis os corações, concedei que este vosso servo, escolhido para Bispo, apascente o vosso rebanho e exerça, de modo irrepreensível, a plenitude do sacerdócio. Que ele vos sirva dia e noite, intercedendo junto a vós pelo seu povo, e oferecendo os dons da vossa Igreja. Pela força do Espírito Santo, que a plenitude do sacerdócio lhe comunica, concedei-lhe o poder de perdoar os pecados segundo o vosso mandamento, ele ele distribua os ministérios segundo o vosso preceito, e desligue todo o vínculo conforme o poder dado aos Apóstolos. Pela mansidão e pureza de coração, que ele seja para vós oferenda agradável por vosso Filho, Jesus Cristo. Por ele, ó Pai, recebeis com o Espírito Santo a glória, o poder e a honra na Igreja santa, agora e para sempre.
T: Amem.

Terminada a Prece de Ordenação, o Bispo sagrante principal e os demais Bispos poem a mitra.

Unção da cabeça e entrega do Evangeliário e das insignias

O Bispo sagrante principal, revestindo-se de gremial branco, recebe de um dos Diáconos o frasco com óleo do Crisma e unge a cabeça do Bispo Ordenado ajoelhado diante dele, dizendo: 
C. Deus, que te fez participar da plenitude do sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção, enriquecendo-te com a bênção da fecundidade espiritual. 

O Bispo sagrante principal recebendo do diácono o Evangeliário, entrega-o ao Bispo ordenado, dizendo:
C. Recebe o Evangelho e anuncia a palavra de Deus com toda a constância e desejo de ensinar.

O Bispo sagrante principal, põe o anel no dedo  anelar da mão direita do Bispo ordenado, dizendo: 
C. Recebe este anel, símbolo da fidelidade; e com fidelidade invencível guarda sem mancha a Igreja, esposa de Deus.

Em seguida, o Bispo sagrante principal impõe a mitra ao Bispo ordenado, dizendo:
C. Recebe a mitra e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que quando vier o Príncipe dos pastores, mereças receber a imarcescível coroa da glória.

Por fim, entrega-lhe o báculo pastoral, dizendo:
Recebe o báculo, símbolo do serviço pastoral, e cuida de todo o rebanho, no qual o Espírito Santo te constituiu Bispo a fim de apascentares a Igreja de Deus.

Finalmente, tendo deposto o báculo e de pé, o Bispo Ordenado, e recebe a saudação dos demais Bispos, começando pelo Bispo sagrante principal e os demais Bispos, se oportuno neste momento escolha-se um canto apropriado.

Sobre as ofertas

C: Orai, Irmãos, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai Todo-Poderoso.
T: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do Seu Nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

C: Senhor, ao celebrarmos os divinos mistérios, nós vos pedimos que o Espírito Santo infunda em nós aquela luz da fé que iluminou o apóstolo São Paulo para proclamar sempre a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amem.

Oração Eucarística I (Prefácio da Ordem)


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Corações ao alto.
O nosso coração está em Deus.
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
É o nosso dever, e nossa salvação.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso. Pastor eterno, vós nunca abandonais o vosso rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos vossos santos Apóstolos para que ele seja conduzido por aqueles mesmos pastores que colocastes à sua frente como representantes do vosso Filho. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor!  Hosana nas alturas!

CP: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
AS: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!


1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
AS: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!


2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
AS: Em comunhão com os vossos Santos vos louvamos!


CP: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).


CC: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas, recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
AS: Enviai o vosso Espírito Santo!


CC: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
AS: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
AS: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!


4C: E a todos nós pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos. Por Cristo, nosso Senhor.
CP: Por ele não cessais de criar e santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

C. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
T: Amém!

C: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou: Pater Noster...

C: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
T: Vosso é o Reino, o poder e a glória para sempre!

C: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
T: Amém!

C: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
T: O amor de Cristo nos uniu.

T: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

C: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
T: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

- Comunhão.

Oração pós comunhão

C: Senhor nosso Deus, o sacramento que recebemos faça crescer em nós o ardor da caridade que inflamou com zelo incansável o apóstolo São Paulo e o levou a permanecer firme na solicitude por todas as igrejas. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amem.

Terminada a Oração depois da comunhão, canta-se o hino "Te Deum, laudamus". Enquanto isso o Bispo ordenado, de mitra e báculo, conduzido pelos Bispo co-sagrantes principais, dando a benção a todos.

Segue os discussos.

O Diácono caso oportuno, convida o povo com estas ou outras palavras:
Inclinai-vos para receber a bênção.

O Bispo sagrante principal estende as mãos sobre o Bispo ordenado a sua frente, e sobre o povo, dizendo:

C: Que Deus te abençoe e te guarde, e assim como de fez pontífice de seu povo, conceda-te ser feliz nesta vida e participar da eterna felicidade.
T: Amem.

C: Conceda-te governar com êxito, por muitos anos, com sua graça e tua solicitude, o clero e o povo que ele reuniu.
T: Amem.

C: Obedecendo aos preceitos divinos, livres de todas adversidades e enriquecidos de todos os bens, e seguindo a tua orientação, gozem de paz neste mundo e mereçam reunir-se contigo na comunidade dos santos.
T: Amem.

C: E a todos vós aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso.
Pai e Filho e Espírito Santo.
T: Amem.

C, Cc ou Diac: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. (No tempo Pascal acrescenta-se oAleluia, Aleluia.)
T: Graças á Deus.
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