Livreto Celebrativo | Elevação Canônica da Diocese de São João Del Rei, Posse do 1° BISPO Diocesano, Elevação da igreja Catedral como Basílica menor e apresentação do novo bispo Auxiliar.

 


LIVRETO CELEBRATIVO

MISSA DE ELEVAÇÃO DA DIOCESE DE SÃO JOÃO DEL REI, ELEVAÇÃO DA IGREJA CATEDRAL DE N.S DO PILAR COMO BASÍLICA MENOR, APRESENTAÇÃO DO NOVO BISPO AUXILIAR
E POSSE DO 1º BISPO DIOCESANO
DOM LUIZ CLÁUDIO DE BRAGANÇA
PRESIDIDA PELO NUNCIO APOSTOLICO DO BRASIL

Catedral da Sé de São João Del Rei - 04.01.2025

Está celebração deve ser realizada no dia da recepção das constituições apostólicas a pedido de vossa santidade, o Papa Clemente V.

ENTRADA SOLENE DO BISPO DIOCESANO

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja ou não tiver recebido a ordenação episcopal na sua igreja catedral, convocada a comunidade diocesana, far-se-á a recepção com a celebração da Missa estacional, quando pela primeira vez entra na sua Igreja.

Neste caso, como a nova diocese era um vicariato apostólico e o Bispo Diocesano será o mesmo Vigário apostólico, segue-se este rito:

RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA

O Bispo e o núncio é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

MISSA

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

LEITURA DA BULA DE CRIAÇÃO CANÔNICA

Feita a reverência ao altar, o Bispo dirige-se para a cátedra. Terminado o canto de entrada, saúda o povo, senta-se e recebe a mitra. Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

No fim, todos aclamam: Graças a Deus, ou outra aclamação apropriada. 

Nas dioceses recém-criadas, a comunicação das respectivas Letras Apostólicas é feita ao clero e ao povo presente na igreja catedral, e o presbítero mais velho de entre os presentes exara ata devida.

Leitor: Neste momento façamos a leitura da elevação canônica da nossa diocese:

CLEMENTIS, EPISCOPUS
SERVUS, SERVORUM DEI
ROMANÆ EPISCOPI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

 CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA
"SUB PALLIO BEATAE MARIAE VIRGINIS DE COLUMNA"
PELA QUAL SE ELEVA DE FORMA CANONICA A DIOCESE DE SÃO JOÃO DE REI
_________________

A igreja particular de São João Del Rei, e a todos espalhados pelo mundo inteiro, Bênção e paz do senhor.

 Saudo-vos com grande alegria no coração, humildemente lembro a todos das palavras de nosso senhor, onde ele diz; "Vós sois a luz do mundo. Não se esconde uma cidade sobre um monte" (Mateus 5:14). Assim, a Igreja, como corpo místico de Cristo, deve brilhar como farol de esperança. A Diocese, como expressão local da Igreja Universal, é chamada a ser instrumento de salvação, espalhando a Palavra Divina e promovendo a caridade bem como o até aqui Vicariato Apostolico de São João Del Rei vem fazendo a nossos olhos.

 Agradecemos ao Senhor pelas bênçãos derramadas sobre o Vicariato Apostólico de São João Del Rei, que, sob a orientação do Espírito Santo, realizou um notável trabalho evangelizador, fortalecendo a fé e promovendo o bem-estar espiritual e temporal da comunidade na qual também, na noite de ontem ordenou novos ministros para o povo de Deus.

 Por isso, DECRETAMOS, por nossa autoridade apostólica, a elevação do Vicariato Apostólico de São João Del Rei à dignidade de Diocese, com o nome de Diocese de São João Del Rei, conforme as normas do Direito Canônico. Estabelecemos sua sede na Igreja de Nossa Senhora do Pilar que agora passa a ser catedral, localizada na cidade de São João Del Rei, em Minas Gerais. A diocese de São João Del Rei deve abranger os municípios próximos a sua sede que devem ser entregues através de uma bula publicada pela nunciatura apostólica do Brasil, os mesmos são desde a celebração de elevação canonica, desvinculados da Arquidiocese Metropolitana e primaz do Brasil, São Salvador da Bahia. Pedimos encarecidamente que seja criado um cabido de Cônegos na igreja catedral, seguindo o código de direitos canônicos e a congregação para o clero.

 CONFIRMAMOS também como primeiro Bispo Diocesano da diocese de São João Del Rei o até aqui Bispo Vigário Apostolico da mesma grei, Dom Luiz Cláudio que deve celebrar na presença do nuncio apostolico a celebração Eucarística de elevação Canonica da nova Diocese ainda no dia da publicação desta bula, que deve ser lida na celebração eucarística.

Suplicamos à Intercessão de Nossa Senhora do Pilar, Rainha dos Anjos, que proteja e guie o povo e o clero da Diocese de São João del-Rei, concedendo-lhes graças e bênçãos para uma vida fiel ao Evangelho.

Datum et actum Romae, IV kalendas ianuarii Iubilaei anno bis millesimo vigesimo quinto, Pontificatus nostri tertio.

Clementis, Pp V
Pontífice maximus

℟.: Graças a Deus!

BÊNÇÃO DA CÁTEDRA

Pres.: Oremos:
Todos oram em silêncio durante algum tempo. Em seguida, o celebrante diz, de braços abertos:
Pres.: Unis num só coração e numa só alma, louvamos, Senhor, o vosso nome e humildemente Vos suplicamos: Vós que viestes como bom pastor para reunir num só redil o vosso rebanho disperso, por meio daqueles que escolhestes como colaboradores na propagação da verdade, alimentai os vossos fiéis. e conduzi-os pelo caminho da santidade, até que um dia, tanto as ovelhas como os pastores do vosso rebanho, possam entrar na alegria das pastagens eternas. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Então o celebrante impõe incenso no turibulo e incensa a cátedra. Em seguida dirige-se para a cátedra.
SAUDAÇÃO

Terminado o rito de bênção, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ELEVAÇÃO DA IGREJA

É realizada a leitura da Constituição Apostólica de elevação da igreja Catedral como basílica menor.
Leitor.: 

CLEMENTIS, EPISCOPUS
SERVUS, SERVORUM DEI
ROMANÆ EPISCOPI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

 BULA PAPAL
"VIRGO PILARIS"
PELA QUAL SE ELEVA A CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DO PILAR A BASILICA MENOR
_________________

A igreja particular de São João Del Rei, e a todos espalhados pelo mundo inteiro, Bênção e paz do senhor

  A Virgem Maria, Mãe da Igreja é venerada em todos os templos e muitos deles recebem sua especial devocação, sendo dedicados aos seus títulos. É de nossa incumbência, enquanto legisladores da liturgia da santa Igreja Romana, salvaguardar as tradições infusas através dos séculos de celebração do culto eucarístico. Por isso, atentos à então Catedral de Nossa Senhora do Pilar, localizada na recém elevada diocese de São João Del Rei, visto sua história de evangelização e guia das almas, sendo local de peregrinação e evangelização fecunda desde sua criação decidimos, pois, elevá-la ao status de Basílica Menor.


 Com isso, em nossa autoridade e tendo recebido da Congregação para o Culto Divino seu parecer favorável, CONSTITUÍMOS como Basílica Menor na diocese de São João Del Rei a Catedral de Nossa Senhora do Pilar, a fim de enriquecer e aprimorar sua história basilar para o aprisco sagrado. Também AUTORIZAMOS que nos estandartes, nas alfaias, no carimbo da basílica, possa ser usado o símbolo pontifício. CONCEDEMOS ao reitor da Catedral-basílica, no exercício do seu ofício, usar, sobre a veste talar ou hábito da família religiosa e a sobrepeliz, a murça de cor preta, com orlas, casas e botões de cor vermelha. CONCEDEMOS e ENVIAMOS à nova basílica menor, além das honrarias aludidas, o uso do Tintinabulo e do Umbráculo, tendo sempre por norte os documentos que dispõe acerca das insígnias basilicais. Por fim, recordo-vos que todos esses símbolos recordam a necessidade da unidade e da comunhão das comunidades com toda a Igreja, sobretudo com o Sucessor de São Pedro, que anima e preside na caridade, como Bispo de Roma, a missão de evangelizar os povos.


 Finalmente, enviamos nossa bênção apostólica a todos os fiéis e peregrinos, bem como aos seus colaboradores e pessoas de fé.


 Datum et actum Romae, IV kalendas ianuarii Iubilaei anni bismillesimi vigesimi, pontifi- catus nostri anno tertio.


Clementis, Pp V
Pontífice maximus

Realiza-se a entrada das insígnias da nova igreja Catedral Basílica menor enquanto canta-se o hino da Padroeira da igreja.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

POSSE DA CÁTEDRA

Em seguida, o eleito recebe o báculo e toma posse da cátedra de onde governará vosso rebanho agora como Bispo Diocesano.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

GLÓRIA

Depois, omitidos o ato penitencial e, conforme os casos, o Senhor, tende piedade de nós, o Bispo depõe a mitra, levanta-se, e canta-se: Glória a Deus nas alturas, segundo as rubricas.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, 
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO DE DEUS,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; O SALVADOR;
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
À SANTÍSSIMA TRINDADE DEMOS GLÓRIA PARA SEMPRE. AMÉM.

Ou, para a recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó O Deus, que hoje reve- lastes o vosso Filho unigenito as nações, guiando-as pela estrela, concedei benigno a nos, que já vos conhecemos pela fé, sermos conduzidos à contemplação da vossa face no céu. Por nosso Se- nhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e rei- na, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA
(Proclama-se as duas leituras, o Salmo e o Evangelho do Dia da epifania do Senhor)

HOMILIA

Na homilia, após o Evangelho, o Bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo.

Após a homilia deve ser proferida a bula de nomeação Episcopal do novo Bispo auxiliar da diocese de São João del Rei.
Leitor.: 

CLEMENTIS, EPISCOPUS
SERVUS, SERVORUM DEI
ROMANÆ EPISCOPI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM
_________________

Ao dileto filho Dom Lucas Sousa,
nomeado Bispo Auxiliar de São João Del Rei, saudação, paz e bênção no Senhor.
  No momento em que um bispo é ordenado, este recebe a missão de “incorporar por celeste graça a ação paternal (1Cor 4, 15) novos membros no seio da igreja e com prudência e sabedoria dirigir e orientar o povo de Deus do Novo Testamento na peregrinação ao redil eterno, a Jerusalém Celeste”. A escolha e envio dos primeiros apóstolos pelo próprio Cristo é acompanhado por esta missão, buscando perenizar o que fora ordenado por Ele: “Ide pelo mundo inteiro, pregai o evangelho a toda criatura” (Mt 28, 19).

    Hodiernamente, todos nós, constituídos bispos, somos chamados a ouvir esse apelo e, assim, cumprir com este múnus. O livro dos Atos dos Apóstolos reforça: “Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue” (At 20, 28). Torna-se compreensível, portanto, aquilo que somos chamados a perpetrar.

 Portanto, tendo observado este prisma, entendendo que ainda são muitas as ovelhas que estão desgarradas fora da Igreja, voltando nossos olhares para aquelas que estão no território da elevada hoje; diocese de São João Del Rei e aspirando auxiliar o bispo diocesano, Dom Luiz Cláudio, vimos por bem nomear-te bispo auxiliar da referida, com todos os direitos e deveres que este encargo lhe confere, deste modo, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS bispo auxiliar da Diocese de São João Del Rei.

    Rogo sobre ti, amado filho, as bênçãos de Deus para que possas, cumprindo com aquilo que prometestes, auxiliar e guiar o povo desta Igreja até o céu, fazendo-as participar, no fim, da alegria eterna.

    Sem mais, despeço-me rogando sobre este rebanho e sobre esta Igreja Particular, sob a intercessão de Nossa Senhora do Pilar, as bênçãos do Cristo Bom Pastor.

Datum et actum Romae, IV kalendas ianuarii Iubilaei anni bismillesimi vigesimi, pontifi- catus nostri anno tertio.


Clementis, Pp V
Pontífice maximus
℟.: Graças a Deus!

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: O Senhor, olhai com bondade as oferendas da vossa Igreja, que não mais vos apresenta ouro, incenso e mirra, mas o próprio Jesus Cristo, que nestes dons se manifesta, se imola e se da em alimento. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

PREFÁCIO COMUM VIII 
Jesus, o bom samaritano

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, em todos os momentos da nossa vida, na saúde e na doença, no sofrimento e na alegria, por vosso servo Jesus, nosso Redentor. Em sua vida terrena, ele passou fazendo o bem e socorrendo todos os que eram prisioneiros do mal. Ainda hoje, como bom samaritano, vem ao encontro de todos os que sofrem no corpo ou no espírito, e derrama em suas feridas o óleo da consolação e o vinho da esperança. Por este dom da vossa graça, também quando nos vemos submergidos na noite da dor, vislumbramos a luz pascal em vosso Filho morto e ressuscitado. Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e  + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Clamente V*e o nosso bispo Luiz Cláudio, o seu auxiliar Lucas Souzacom os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

Se for um bispo à rezar, ele dirá: e comigo, vosso indigno servo, e com o meu irmão Victor Gabriel, arcebispo desta Igreja de São Paulo, com o seu auxiliar Wesley Miguel. e prossegue como de costume.

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Senhor, guiai-nos, sempre e por toda parte, com a vossa luz ce- leste, para que possamos con- templar com olhar puro e viver com amor sincero o mistério de que nos destes participar. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LEITURA DA ATA DA POSSE
Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Diác ou Sac.: Caros irmãos, o nosso amado Pastor, Dom Luiz Cláudio,  por graça da Santa Sé Apostólica, bispo desta Santa Igreja de São João Del Rey, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Clemente, por nosso pastor Dom Luiz Cláudio e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Diác ou Sac.: Inclinai-vos para receber a bênção.

E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres.: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Vhirghem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

O santo padre abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
 Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai  e Filho  e Espírito  Santo. 
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


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