CARTA A TODO POVO DE DEUS - "Línguas e tradição"

 

CLEMENTIS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Aos Diáconos, Padres, bispoe a todos espalhados pelo mundo, saudação, paz e bênção no Senhor.

 A Igreja, Coluna e Firmamento da Verdade (1 Timóteo 3:15), diz que a "oração em línguas", ou glossolalia, é um tema que desperta grande interesse e debate dentro da comunidade religiosa. Como sucessor de Pedro, é meu dever esclarecer a POSIÇÃO da IGREJA, inspirado nas palavras de Santo Agostinho. A Bíblia em momento algum menciona a glossolalia, o texto de (Atos 2:4-11, 1 Coríntios 12-14) deixa claro que as "línguas estranhas" eram as línguas originais de cada um devido a sua região, e Santo Agostinho, em "De Civitate Dei" (XIX, 19), reconhece essa prática como um ato escandaloso. No entanto, é fundamental entender essa prática dentro do contexto da "fé" que alguns acredita ser a Fé Católica.

  A Igreja Católica Apostólica Romana valoriza a tradição e a autoridade apostólica. Portanto, é essencial que a "oração em línguas" seja vista como ela ver e não como muitos desejam-a ver. A Bíblia nos alerta para a necessidade de ordem e respeito nas celebrações litúrgicas (1 Coríntios 14, 33-40). Santo Agostinho também enfatiza a importância do respeito em "De Genesi ad Litteram" (XII, 26). A oração em línguas não deve substituir a oração racional, inteligível e legítima... Precisamos como Igreja ensinar á rezar em latim e não em "línguas estranhas" uma vez que de nada elas servem.

 A Igreja não reconhece a validade da oração em línguas, a mesma existe em muitos lugares, é aceita por muitos clérigos e apenas causa um escândalo em nossos templos e em nossa comunidade religiosa. É fundamental priorizar a oração inteligível e compreensível, garantindo que todos possam participar ativamente das celebrações litúrgicas. A Igreja exorta a todos para que sejam fiéis à TRADIÇÃO e à autoridade apostólica.

 E aos que obtém "nojo" da tradição, pesso encarecidamente que retire-se da nossa realidade enquanto servos do Senhor, uma vez que o meu pontificado iniciou procurando ensinar a tradição, também terminará assim.

 Rogamos à intercessão de Nossa Senhora, Rainha da Igreja, para que nos guie na unidade e fidelidade. Que o Espírito Santo ilumine nossos corações e nos leve à verdadeira compreensão da fé católica.

Dado e Passado em Roma, aos dezoito dias de Janeiro do ano Jubilar de Dois Mil e Vinte Cinco, terceiro de nosso Pontificado.

+ Clementis, Pp. V
Pontifex Maximvs
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